Um casal adota cinco irmãos órfãos. Mais tarde eles descobrem a INESPERADA identidade da mais velha…

foto pronta

O que você acha sobre a adoção de crianças? Provavelmente você acha isso muito bom, pois está dando a crianças carentes a chance de viver plenamente longe de preocupações. É possível que você conheça casais que possuem filhos adotados. Na maioria das vezes, chineses, russos ou americanos, mas a verdade é que o mundo todo pratica este tipo de ação. Realmente ter o carinho dessas crianças é algo comovente.

Entretanto, algumas famílias não se agradam da ideia de adotar crianças. Apesar disso, se tem visto que muitos casos de adoção dão certo e todos acabam muitos felizes. Às vezes, as crianças órfãs tem sorte e são adotadas, mas às vezes vários irmãos não conseguem permanecer juntos, pois são adotados por várias famílias, e isso os separa pra sempre. No artigo de hoje falaremos sobre uma família que adotou várias crianças. A história vai deixar você sem palavras…

Este foi o caso do avô de Tyler Nichols de Mansfield, Texas. Seu avô foi separado de seus outros irmãos quando era apenas um menino. Segundo ele, seu avô manteve por um tempo sentimentos de tristeza e desgosto, se perguntando o que teria acontecido com seus irmãos e se algum ainda estaria vivo. Até que um dia todos conseguiram se reunir de uma forma casual assombrosa.

Depois de alguns anos, Tyler e sua esposa Beth começaram a planejar a adoção de um grupo de irmãos, que desta vez não seriam separados, assim como aconteceu com seu avô. Foi quando ele recebeu a ligação sobre um grupo de irmãos: Yohan (9 anos), Patty (8), Wilson (7) e Heidy (6). Eles viajaram para a América do Sul para conhecer as crianças e ver como eles realizariam a tarefa difícil. Você quer conhecer essa história surpreendente? Então continue lendo…

Tyler fala: “Meu avô tinha 6 irmãos. Nos anos 20 ou 30 ele embarcou em um trem com todos os seus irmãos e irmãs. Em cada parada eles desciam e as pessoas lhes diziam: Eu quero este, mesmo que todos se separem. Isso sempre o afetou porque ele sabia que em algum lugar tinha irmãos ou irmãs. Ele foi escolhido por um casal de agricultores para trabalhar em uma fazenda de gado leiteiro. Foi um período de 20 a 30 anos de separação de seus irmãos até que eles se reencontraram. E foi por acaso, já que todos estavam morando em cidades próximas do Oeste.”

“Nós queríamos manter a família unida. Quando você adota, recebe um formulário onde lhe perguntam o que você está disposto a assumir (deformidades, idades, traumas mentais e físicos). É muito difícil responder a isso. É como se te perguntassem: O que você é capaz de amar? Mas ele tinha que fazer. Queríamos ter irmãos então dissemos que iríamos aceitar de 2 a 4 crianças”. A surpresa que tiveram foi enorme…

Beth: “Nós não imaginávamos que acabaríamos adotando tantos. Nos chamaram e disseram que tinham um grupo de 4 crianças e uma caçula. Foi ótimo”. Tyler acrescentou: “Estávamos em Bogotá há sete semanas esperando que todos os papéis ficassem prontos. Todo o tempo que estivemos lá só queríamos resolver logo tudo e ir para casa. Estávamos cansados de falar uma língua em que soávamos como homens das cavernas e de estar longe de nossa família e amigos”.

“Estávamos sozinhos naquele país, mas, felizmente, tínhamos as redes sociais. Agora pense nisso, onde mais lhe dão sete semanas para praticar ser uma família? Nós tivemos até que trabalhar, então já iniciamos com isto. Estávamos nervosos porque tínhamos começado uma atividade, mas ela iria acabar e não tínhamos nos preparado para o passo seguinte. Eu pensei que se eu não fizesse aquilo as crianças poderiam se concentrar em outras coisas e acabar com o mesmo destino do meu avô”.

“Nosso filho mais velho era o mais difícil, pois era o mais manipulador (não no sentido ruim). Ele fazia coisas de propósito para que você reagisse a elas. Muitas vezes quando não conseguia o que queria ele ia para o canto e fazia beicinho. É difícil porque você não pode levar aquilo para o lado pessoal, já que aquele pequeno garoto sequer confiava em sua mãe. Para ele, mãe era alguém em quem não se podia confiar, alguém complicado e egoísta. Ele teve que reaprender o que era uma mãe”.

“A menina mais velha tinha 6 anos e era como a mãe de todos. Ela quem os unia e dizia que tudo iria ficar bem. Nas primeiras semanas, o menor, Heidi, acordava chorando e gritando e Patty sempre estava lá para confortá-lo. Eu dizia: Eu cuido do Heidi. Volte a dormir. Mas Patty ficava dormindo de olhos abertos para se certificar de que estava tudo bem. Após três semana, quando Heidi acordava chorando, Patty via que eu estava lá e então começou a simplesmente se virar e continuar a dormir. Foi como tirar uma carga dela. Não se pode ser uma mãe e uma criança ao mesmo tempo! Então começamos a aliviar o estresse que os quatro irmãos depositavam nela”. O que aconteceu depois com esta família? Você não vai acreditar…

“Quando as crianças iam dormir nós conversávamos e dizíamos: fizemos tal coisa e foi maravilhoso, então é assim que vamos continuar vivendo. Enquanto estávamos nos tornando pais, eles se tornaram crianças. E isso resultou em um ambiente familiar perfeito. A partir do quinto ou sexto dia, pudemos ver o quanto seria uma missão árdua e dolorosa, mas nos sentíamos capacitados. Nós nunca pensamos em algo do tipo: Deus, onde fomos nos meter. Tínhamos paz sobre aquela decisão”.

“Eu tenho muitos amigos que de alguma forma perdem sua família porque toda noite tem uma atividade, trabalho ou prática de esportes. Já demandamos muito tempo com nossos filhos, nos dedicando a esta família. Na maioria dos dias da semana estamos juntos. Somos uma unidade. Fazemos muitas coisas, mas juntos. Seja parque ou futebol, vamos juntos e é assim que vai continuar sendo”.
Você gostou deste artigo? Se sim, compartilhe com seus amigos e curta nossa página do Facebook!
Aqui está o vídeo desta história com legendas em castellano.

(Via agencia de noticia)

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *