Roubo de órgãos: uma verdade aterrorizante que dura décadas!

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O tráfico de órgãos pode ser considerado um crime silencioso e sem violência, porém leva milhares de pessoas à morte. A prática ilegal pode ser identificada em diversas partes do mundo em situações distintas. Um exemplo disso foi quando em 2009, um jornalista americano afirmou que médicos do instituto de medicina forense de Tel Aviv, Israel, e alguns soldados, estavam matando palestinos para roubar seus órgãos.

Após a denúncia, o governo israelense negou as acusações, porém reconheceu que alguns pontos deveriam ser considerados já que o jornalista tinha divulgado uma entrevista feita em 2000 com o médico Jehuda Hiss, chefe do instituto.

Na entrevista revelada, Hiss confirmava que durante a década de 90, córneas, artérias e ossos tinham sido retirados de cadáveres israelenses e palestinos sem consentimento. Segundo ele, o objetivo do crime era transplantar os órgãos para soldados feridos. Após a divulgação da entrevista, o exército israelense confirmou a prática, mas garantiu que ela deixou de ser usada há tempos.

Além desse acontecimento, outras manchetes chamaram atenção. Como foi o caso do médico indiano Amit Kumar preso no Nepal, em 2008, após ser acusado de liderar uma organização que retirou mais de 500 rins sem a autorização dos doadores. Segundo acusações, camponeses indianos eram forçados – enquanto ameaçados com armas – a “permitir” a retirada de seus órgãos.

Outro fato que também teria sido bastante comentado é o de que o governo chinês retira os órgãos de seus prisioneiros. O governo nega a acusação e diz que esse procedimento só ocorre quando há a permissão dos infratores. Porém a organização de direitos humanos acredita que essa escolha não é respeitada. Em 1994, a organização Human Rights Watch/Asia mostrou provas de que o governo chinês matava de forma rápida seus detentos e retirava seus órgãos.

Dezenas de jovens mexicanas foram executadas na cidade de Juarez, na fronteira dos Estados Unidos com o México. Mesmo sem pistas concretas, um delegado mexicano afirmou em 2003, que algumas das vítimas eram assassinadas para que seus órgãos fossem retirados e transplantados em cidadãos estadunidenses.

(Via agencia de noticia)

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