Os MISTÉRIOS da vida e da morte de Michael Jackson

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Já se passaram mais de sete anos do falecimento de Michael Jackson, um acontecimento que conseguiu emocionar o mundo inteiro. Porém, as intrigas relacionadas a sua pessoa e sua família não pararam desde o tal 25 de junho de 2009. Nesse tempo, os tribunais iniciaram uma guerra sobre o epílogo do rei do pop, conseguiram lançar uma grande chama sobre assuntos pessoais, como suas dúvidas, fazendo que seus últimos dias gerassem todo tipo de conjecturas, sendo sua vida, fracassos e sucessos temas quentes até hoje.

Em todos esses anos, duas testemunhas presenciaram a ressurreição do cantor nas telas de televisão, o viram girar, dançar e também desaparecer. Escutaram sua voz, puderam ler suas cartas e observar seu corpo inerte sem vida. Não há dúvidas de que sua ida “para o outro lado” continua dando muito o que falar em nossos dias, e no artigo de hoje queremos te contar todo o mistério que rodeou sua vida, como se tratava de uma “aura de escuridão” que levantou todo tipo de suspeitas. Continue lendo porque é muito interessante!

No início do ano aconteceu o último dos julgamentos que a família Jackson enfrentou contra a AEG Live, a empresa de shows responsável por organizar a turnê mundial de Michael, “This is it”, e que nunca foi levada a cabo pois o cantor faleceu duas semanas antes de sua estreia. Katherine, a mãe de Michael Jackson, de 86 anos, junto com os três filhos dele, Paris, Prince e Blanket, denunciaram em 2012 que a empresa havia sido a responsável pelo adoecimento do famoso cantor.

De acordo com seus familiares, a empresa havia contratado, coagido e supervisionado cada uma das ações do doutor Conrad Murray, condenado a quatro anos de prisão e, atualmente, em prisão domiciliar por homicídio involuntário. Por outro lado, a AEG Live afirma que foi Michael Jackson que decidiu se tratar, esconder e ser supervisionado pelo tal médico, e que “os empresários não tinham nem ideia do perigo do Propofol”, um agente anestésico intravenoso de curta duração que foi administrado ao cantor na privacidade de sua mansão, Neverland.

A família Jackson processou a AEG Live em mais de 30.000 milhões de euros em danos. Um último detalhe revelado no julgamento destaca a falta de sono de Michael. Segundo o tal texto jurídico, o cantor “pode ter ficado dois meses sem dormir antes de sua morte”. Havia noites nas quais ele bebeu infusões de Propofol que foram administradas por Murray. “Os sintomas de Jackson eram os mesmos que os de uma pessoa que sofre de constante privação de sono durante um longo tempo”, afirmou Charles Czeisler, especialista de Harvard.

De acordo com o especialista, Jackson poderia ter morrido após 80 dias ingerindo essas infusões. Murray, durante seu julgamento, admitiu à polícia que lhe havia administrado o medicamento durante 60 dias, e até 3 dias antes de sua morte. “As pessoas privadas de sono durante um longo tempo podem sofrer de paranoia, ansiedade, depressão e incapacidade de concentração. Podem perder o equilíbrio e o apetite, e sua resposta emocional e motora mostra lentidão”, explicou Czeisler. As pessoas que visitaram Michael Jackson antes dele falecer afirmaram que ele apresentava alguns desses sintomas.

Michael sempre havia protegido seus filhos da imprensa e do olhar do público, os educou em casa e não mostrava seus rostos. Longe das câmeras, Jackson sempre lhes deu amor, atenção e momentos especiais. Uma vez morto, eles viraram o centro das atenções. Paris mostrou pela primeira vez seu rosto ao mundo durante o enterro de seu pai, acompanhada e apoiada por sua família. Por outro lado, Blanket não compareceu como testemunha para evitar possíveis traumas. Mas tanto Prince como Paris discursaram à vista de todos.

Paris, agora com 18 anos, e que durantes todos esses anos concedeu entrevistas à televisão, com o coração pesado, tentou tirar a própria vida no dia 5 de junho. Considerada a melhor porta voz de Michael Jackson, a jovem ingeriu 20 cápsulas de Ibuprofeno e fez vários cortes nos pulsos. Paris foi a única dos três filhos que viu seu pai em estado de agonia, e coincidindo com o terceiro aniversário de sua morte, expôs a tristeza que sentia pelo Twitter: “Papai, você estará sempre no meu coração”. Sua tentativa de suicídio abriu um amplo debate sobre a situação pessoal e familiar das crianças.

Agora, a mãe do artista e seu tio, Tito Jackson, têm a guarda das crianças, algo que a mãe biológica, Debbie Rowe, passou algum tempo tentando mudar. De acordo com várias fontes, Rowe e Paris quiseram estreitar laços nos últimos meses. Sua situação emocional levou um juiz a pedir uma investigação sobre “sua saúde, educação e bem-estar”. Porém, embora os médicos tenham permitido que ela voltasse para casa, a filha de Jackson decidiu prolongar sua internação na clínica. Como disseram algumas fontes próximas, Paris falou abertamente da morte de seu progenitor e como isso afetou sua vida.

(Via Agencia De Noticias)

 

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