Gleisi diz acha bem feito o que está aconteceu no País e pede que Temer renuncie para evitar desgaste da sociedade com novo impeachment. Confira no vídeo!

Confira!

ft

Durante a sessão não deliberativa desta última sexta-feira (25), a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) repercutiu o caso envolvendo o suposto tráfico de influência do presidente Michel Temer (PMDB) e de seu então ministro Geddel Vieira Lima em um empreendimento imobiliário na Bahia. No plenário, a senadora propôs que Temer renuncie do cargo e convoque eleições diretas.

De acordo com Gleisi, a denúncia do ex-ministro da Cultura Marcelo Calero é um caso grave por se tratar de tráfico de influência e advocacia administrativa. Para ela, o Planalto e a Casa Civil não poderiam intervir em interesses privados. “É uma situação muito grave. O que o presidente estava fazendo era tráfico de influência, advocacia administrativa a favor de interesse privado. Disse seu porta-voz que aquilo era mediação de conflito entre ministérios, o que se dá na discussão de políticas públicas, mas não pode se dar em relação a interesses particulares”, declarou.

A paranaense também discursou sobre o pedido de impeachment de Temer protocolado pelo senador Lindbergh Farias (PT-RJ). Porém, para evitar o desgaste da sociedade com um novo processo de afastamento, a petista declarou que o presidente deveria compensar sua “pequenez” pedindo a renúncia de seu mandado. “Ontem eu fui deitar e pensei: ‘bem feito que isso aconteceu’. A justiça veio à cavalo”, declarou. “O problema disso tudo é o sofrimento que vai causar ao povo brasileiro. Essa crise ólítica não para. Nós estamos com serviços precários por conta de cortes orçamentários…”, concluiu.

Para Gleisi Hoffmann, a denúncia feita por Calero agravou a crise política e tornou inviável a votação da PEC do Teto de Gastos, prevista para a próxima terça-feira (29). Além de considerar que o governo federal não estaria em condição de pedir a votação da matéria, a senadora reafirmou sua convicção de que a proposta retira direitos e garantias constitucionais.

Confira no vídeo:

(Via agência de notícia)

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *