Brasília se prepara para a “bomba”, Renan vai cair

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Mesmo alegando a separação de poderes para justificar sua conduta, Renan Calheiros e sua quadrilha no Senado, não saírão impunes pelas varreduras da Polícia Legislativa feitas sorrateiramente ao apagar das luzes com o objetivo claro de impedir os grampos feitos com ordem judicial pela Polícia Federal.

Não existe embasamento legal para um grupo de Senadores da República e pessoas envolvidas em vários procedimentos apurados pela PGR, buscando conhecer, ilegalmente,  seu real envolvimento  na Operação Lava Jato.
Caberá a Ministra Cármen Lúcia colocar um freio nas atitudes das pessoas que se utilizaram criminosamente de mecanismos não republicanos para obstruir o trabalho da justiça, e nisto a participação de Renan Calheiros como presidente do Senado, foi crucial.
É dever constitucional  do Presidente do STF fazer cumprir as Leis e a Constituição. O Estado não pode ser violado por grupos aparelhados que se utilizam do “poder” para destruir o Brasil. Os senadores envolvidos não esperem de Cármen Lúcia “leniência“, conhecida por sua postura, determinará que procedimentos objetivos sejam feitos para que “bandidos” respeitem a justiça brasileira.
Emílio Odebrecht declarou seu “singelo presente” à Lula a Arena Corinthians, o que torna o petista, junto com os meliantes do Senado e a esperada delação premiada de Eduardo Cunha os alvos da Operação Lava Jato que acontecerá, cinco dias após a realização do segundo turno da eleição de 2016.
(Via agencia de noticia)

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