Assista a verdade sobre a FRIBOI: gado abatido com choque no ânus, ambiente podre e desumano

saudê vida e família,trazendo noticia para você.

Absurdos da empresa

A Friboi doou 350 milhões de Reais para reeleger seus candidatos em 2014, bancou 163 candidatos e agora quer cobrar R$ 104,00 Reais de cada funcionário para manter o plano de saúde, para cada dependente!

Friboi deixa caminhoneiros sem banho por 20 dias e carne APODRECE NO PÁTIO esperando ser descarregada.

BANDO DE SAFADOS E MENTIROSOS…. VENDIDOS POR CAUSA DO $$$$$$$ QUE ENTRA NA CIDADE. FISCAL COMPRADO….

No comercial da tv da Friboi as cenas parecem até uma CTI de hospital, tudo branco e limpo. O que esses eles não mostram é como a carne chega na linha de produção e não é por milagre nenhum.

Não existe controle de qualidade dos abatedouros, onde os animais são brutalmente assassinados sem a menor cerimônia. São quase 100 mil animais abatidos diariamente e mais de 30% com requintes de crueldade em ambientes de podridão total.

Coitadinho do Tony Ramos que fez a pior besteira da vida sendo contratado como garoto propaganda da Friboi. Certamente ele não sabia da sujeira em que estava se metendo. Roberto Carlos foi mais inteligente e fez o dever de casa pesquisando o assunto, por isso quebrou o contrato antes mesmo de começar qualquer coisa.

Em campanha publicitária, curiosamente lançada uma semana depois do programa Fantástico, na matéria que denunciava os abatedouros clandestinos no Brasil, Tony Ramos estreou o comercial da Friboi, como se a empresa fosse padrão de qualidade e não fizesse nada de errado, diferente da matéria que o programa Fantástico mostrava…

 

Tudo farinha do mesmo saco, Globo, Brasil Foods, JBS, Marfrig, BNDES, construtoras que recebem propina para ganhar contratos zilionários , por ai a merda vai fedendo cada vez mais e finalmente o cara de 9 dedos, o tal de Lula e seu partido de safados e ladrões.

Mas a sujeira não acaba no abate, na verdade ela começa no abate.

Denúncias de todos os lados são realizadas em cima da empresa JBS, verdadeiro nome da Friboi e da Família Batista. Agora que começa a nossa matéria…

Empresa brasileira investe milhões em publicidade para minimizar os efeitos das últimas investigações em matadouros.

Há cerca de um mês, o programa Fantástico, da Rede Globo, exibiu uma matéria polêmica sobre como são tratados os animais em matadouros estaduais e municipais do Brasil.

Após visitar 280 matadouros legalizados em 8 estados, a reportagem concluiu que 30% da carne vendida no Brasil vem de lugares sombrios e cheios de irregularidades (assista aqui).

Exatamente uma semana depois, a JBS-Friboi, empresa do goiano José Batista Sobrinho, lançou um filme publicitário estrelado por Tony Ramos (assista e comente). O horário para o lançamento da campanha não poderia ser mais apropriado: o intervalo do Fantástico em 17/03.

Apenas para inserir esta mensagem de 30 segundos no intervalo do programa mais assistido do país, estima-se que a JBS-Friboi tenha desembolsado mais de meio milhão de reais. Além desta primeira inserção, a campanha continua com entradas em horário nobre, todos os dias. Segundo a Revista Época, o investimento total da campanha, conduzida pela agência publicitária Fischer&Friends, será de R$ 50 milhões.

No filme, Tony Ramos garante que a carne da Friboi vem de lugares limpos, com trabalhadores equipados e com ótimas condições de trabalho.

A verdade é que a JBS-Friboi, assim como outros matadouros, ganha rios de dinheiro em cima de rios de sangue e explora animais considerados de consumo e também humanos. Apenas para citar 2 casos, em setembro de 2012 a empresa foi incluída na denúncia “Moendo Gente”, da ONG Repórter Brasil, que trata das condições desumanas em que trabalhadores são submetidos em frigoríficos (veja aqui).

Em novembro do mesmo ano, a JBS-Friboi foi condenada pelo Ministério Público do Trabalho a pagar R$ 3 milhões em indenizações por más condições de trabalho (veja aqui).

Ao aceitar falar em nome da JBS-Friboi, Tony Ramos sujou suas mãos com o sangue dos animais mortos pela empresa e ajudou a esconder uma realidade triste sobre as condições de trabalho das pessoas que estão na linha de produção.

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Reportagem mostra condições de trabalho degradantes nos principais frigoríficos do país

10/09/2012: Em uma das unidades frigorificas da Brasil Foods visitada, em Rio Verde (GO), foram registrados cerca de 90 mil pedidos de afastamento entre janeiro de 2009 e setembro de 2011, segundo levantamento do Ministério Público do Trabalho (MPT).

É como se a cada 10 meses todos os 8.000 empregados do frigorífico tivessem que se ausentar por ao menos uma vez devido a problemas de saúde relacionados ao trabalho. Os afastamentos por distúrbios osteomusculares (os chamados DORT) foram os mais recorrentes: a média é de 28 atestados por dia e de 842 por mês.

Já na unidade de Barretos (SP) da JBS, 14% dos 1.850 funcionários estão permanentemente afastados do trabalho devido a acidentes e doenças ocupacionais –e sobrevivem do benefício pago pelo INSS (Instituto Nacional do Seguro Social).

Capitalismo à brasileira – A carne não é fraca

A meteórica ascensão da Friboi e da família Batista, outra prova do capitalismo à brasileira
por André Barrocal — publicado 13/06/2014 04:22, última modificação 13/06/2014 04:37

Quem acompanha a trajetória da família Batista apenas pela evolução patrimonial talvez se emocione com a história de empreendedorismo: um frigorífico nascido no interior de Goiás em 1953 e desconhecido até a década passada está prestes a se tornar a maior empresa privada do Brasil em vendas, à frente da gigantesca Vale.

Basta concretizar a compra da americana Hillshire, fabricante de salsichas, cujo faturamento anual atingiu o equivalente a 9 bilhões de reais em 2013. Esse mesmo observador pode enxergar infatigáveis empresários em Júnior, Wesley e Joesley, os três herdeiros de José Batista, o Zé Mineiro, agropecuarista de hábitos simples e jeito desconfiado, fundador do conglomerado.

Mas, como tem acontecido ao longo das décadas, a JBS serve mais como um símbolo do capitalismo à brasileira.

Apoiado por uma política até hoje mal explicada, a escolha dos “campeões nacionais” pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), presidido por Luciano Coutinho, acusado de práticas anticoncorrenciais, entupido de processos trabalhistas e com seus principais acionistas investigados por sonegação, o conglomerado expande-se no mercado interno e no exterior sem que se saiba se o apoio estatal trará benefícios aos contribuintes e à população em geral.

Essa é a realidade, assista abaixo o vídeo e se prepare, são cenas muito fortes:

Este é o vídeo que está na internet mostrando a abate do gado em um frigorífico da Friboi

 

 

 

 

(via agencia de noticia)

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