(ALERTA) Médicos estão suplicando que todos parem de usar um tempero que é consumido todos os dias

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Você sabe o que está comendo? Digo, sabe mesmo? Não importa se é arroz com feijão, bife e batata-frita. Você realmente pode estar sendo envenenado todo santo dia e nem sabia.

Mas como? A resposta vem fácil: o grande culpado é o glutamato monossódico ou GMS (MSG, Monossodium Glutamate, nome original em inglês). E o que é isso, afinal?

Basicamente um realçador de sabor, mais conhecido como um aditivo na comida chinesa. Infelizmente, hoje, é mais consumido do que imaginamos, ainda mais quando temos o costume de comer alimentos processados ou de restaurantes.

Só para que você comece a pensar em diminuí-lo (pelo menos) de sua dieta, saiba que o GMS é usado em sopas enlatadas, biscoitos (ou bolachas), carnes, saladas, refeições congeladas entre muitas outras. Ele também pode aparecer nos restaurantes e supermercados, na lanchonete dos seus filhos e até na comida de bebê e em fórmulas infantis. Deu para ter uma ideia?

O problema do glutamato é que ele realça o sabor, ou seja, atua muito mais do que simplesmente um sal e uma pimenta, assim torna o sabor de carnes processadas, refeições congeladas, saladas e comidas enlatadas bem mais atraentes ao nosso paladar.

Mas o que é o glutamato realmente? Ou melhor, como ele surgiu em nossas vidas? Em 1908, o japonês Kikunae Ikeda identificou que a substância natural incrementava o sabor, vinda da alga marinha. Assim, ele foi capaz de criar um aditivo alimentar, o famoso glutamato monossódico.

Foi assim que surgiu a Ajinomoto, sabia? Maior produtor deste produto que contém aproximadamente 78% de ácido glutâmico livre, 21% de sódio e até 1% de contaminantes.

Ah e se você acha que o glutamato é um condimento ou um amaciador de carne está muito enganado. Ele pode estar realmente acabando com o seu corpo sem você saber. E como e por que isso acontece?

Ele tem o poder de enganar a sua língua, porque quando você o ingere tem a sensação de que o gosto é melhor. Na verdade, o GMS está usando o quinto estado de sabor, o umami. Esse é o gosto do glutamato também muito encontrado em comidas japonesas, no bacon e claro, no aditivo alimentar tóxico, glutamato monossódico.

E por que o produto ficou tão popular? Na realidade, como a maioria das coisas, o GMS chamou a atenção na Segunda Guerra Mundial, quando os militares americanos perceberam que a ração dos soldados japoneses era bem mais saborosa. A culpa disso? Glutamato, é claro.

Em 1959, a FDA ((Food and Drug Administration, ou Agência Norte-Americana de Controle de Alimentos e Medicamentos) classificou o produto como seguro e nada foi feito desde então. Agora as coisas começaram a mudar.

Hoje, parece que muitas pessoas já se sentiram mal após ingerirem a toxina deixando-os, inclusive, com palpitações cardíacas. Por isso, criaram até o nome para esse tipo de reação, chamada “complexo dos sintomas do GMS”.

Ao que parece, o glutamato pode ser muito mais perigoso do que acreditávamos. Segundo o doutor Russell Blaylock, neurocirurgião certificado, o produto é uma excito-toxina que superexcita as células podendo ser perigoso ou mortal, causando danos e pioras nas disfunções de aprendizado, mal de Alzheimer, mal de Parkinson, mal de Lou Gehrig, etc.

Segundo a FDA, “Estudos tem mostrado que o corpo usa glutamato, um aminoácido, como um transmissor de impulsos nervosos no cérebro e que há também tecidos que respondem ao glutamato em outras partes do corpo”.

Além disso, “as anomalias no funcionamento dos receptores de glutamato tem sido conectadas com certas enfermidades neurológicas, como o mal de Alzheimer e a doença de Huntington (distúrbio caracterizado por movimentos musculares anormais espontâneos e irregulares). Injeções de glutamato em animais de laboratório resultaram em danos às células nervais do cérebro”.

O problema maior é que muitas vezes jovens atletas, por exemplo, podem morrer sem causas específicas, mas se formos pesquisar mais adiante é provável que o glutamato seja uma das causas.

De acordo com o doutor, “Quando um excesso de excito-toxinas de origem alimentar, como o GMS, proteína hidrolisada de soja e concentrada, caseinato de sódio e aspartato do aspartame, são consumidas, estes receptores glutâmicos são superestimulados, produzindo arritmia cardíaca”.

Conheça alguns dos sintomas comuns do consumo regular do GMS:

– Obesidade

– Danos oculares

– Cefaleia (dor de cabeça)

– Fadiga e desorientação

– Depressão

Mas existem outros sintomas que podem ocorrer em certo grupo de pessoas, ainda mais naqueles que ingeriram uma grande quantidade da substância:

– Perda de sensibilidade

– Sensação de queimadura

– Formigamento

– Pressão fácil ou sensação de sufocamento

– Dor no peito ou dificuldade respiratória

– Cefaleia

– Náusea

– Palpitação cardíaca

– Sonolência

– Fraqueza

Se você tem algum desses sintomas recorrentes, talvez seja a hora de consultar um médico e entender melhor o que isso quer dizer para a sua saúde. Hoje, são cerca de 40% da população que pode ser afetada pelos efeitos do glutamato. Por isso, melhor observar.

Mas como você pode saber se o alimento que você consome contêm o GMS? Infelizmente, fica cada vez mais difícil de identificar, já que as empresas tendem a esconder a substância de suas embalagens. Assim, usam nomes que você provavelmente nunca ouviu falar para evitar que você deixe de levar o produto.

Entenda como funciona: A FDA exige que os produtores dos alimentos coloquem o ingrediente “glutamato monossódico” nas embalagens dos alimentos, mas não é obrigatório listar aqueles que contém ácido glutâmico livre, mesmo ele sendo o principal componente do GMS. Ficou claro?

O problema é que cerca de 40 ingredientes contém o ácido, mas fica difícil saber se eles são apenas nomes isolados. Por isso, a melhor forma de evitar ser envenenado é simplesmente procurar por alimentos frescos e naturais, ou seja, não industrializados.

Não se esqueça, também, dos restaurantes que podem colocá-lo na comida sem você nem imaginar. Tente perguntar para o garçom as opções com pouco ou nenhum glutamato ou peça que o retirem de seu alimento. Se não quiser arriscar, a melhor opção é sempre comer em casa.

Aliás, por que não tomar mais cuidado com os alimentos que você consume? Procure sempre uma alimentação mais saudável, livre de aditivos tóxicos com ingredientes frescos e cultivados localmente. Só assim para ter certeza de que tudo está em sua devida ordem.

Lembre-se que no Brasil a situação é ainda pior, com uma grande quantidade de pessoas se alimentando do glutamato sem nem pestanejar. Aqui ele pode ser encontrado em temperos prontos, salgados como batata-frita com sabor de cebola, embutidos como salames, mortadela, presuntos, frios em geral, no molho de soja (nem todos) e em muitos produtos japoneses.

(Via agencia de noticia)

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