A mãe dá banho no filho após um dia animado na piscina. Horas depois, o garoto de 10 anos é encontrado morto.

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Johnny Jackson é um falante garoto de 10 anos que vai nadar pela primeira vez com um amigo. Sua mãe o busca após a diversão e os dois vão para casa.

Sua mãe, Cassandra, tem uma conversa com ele no caminho para casa e pergunta como foi seu dia. Johnny está bem cansado de toda a diversão, mas feliz. Em casa, o pequeno toma um banho e coloca roupas limpas. Seu divertido dia acabou.

Johnny quer ter uma longa e reconfortante noite de sono. Correr e brincar o dia inteiro é bastante cansativo! Nada parece fora do normal para sua mãe.

Mas um pouco mais tarde, quando vai ver se está tudo bem com ele, ela se depara com o maior pesadelo de qualquer mãe: o rosto de Johnny está coberto de espuma e o sempre tão dinâmico garoto não está mais se mexendo. A mãe balança o filho e implora por uma reação, mas já é tarde demais: seu doce Johnny, o sol de sua vida, se foi.

Uma autópsia realizada posteriormente revela algo que Cassandra não consegue acreditar. Johnny morreu afogado. Isso mesmo: Johnny morreu afogado. E só então, sem poder acreditar no que está ouvindo, é que Cassandra começa a entender o que matou seu filho: o afogamento a seco, uma variante traiçoeira, menos conhecida, mas igualmente fatal de afogamento. “Eu nunca tinha ouvido falar disso. Eu não podia acreditar que uma coisa assim existia”, afirma Cassandra. E infelizmente, muitos pais não fazem ideia que seus filhos podem ser vítimas dessa morte horrível, até mesmo várias horas depois de terem deixado a água.

Quando alguém se afoga a seco, as seguintes coisas acontecem: as crianças geralmente morrem por conta de um espasmo da laringe. Isso é um reflexo de autoproteção do corpo, que evita com que água entre nos pulmões. Mas também limita a capacidade da pessoa afetada de respirar. A ausência de respiração leva a um ataque de pânico, e frequentemente também à falta de consciência – neste momento, os músculos se relaxam e a pessoa pode voltar a respirar. Mas em 10% dos casos a pessoa se mantém consciente e o ar continua bloqueado.

A inalação de pequenas quantidades de água é tão traiçoeira quanto a inalação de grandes quantidades. Muitas crianças parecem estar bem, sendo capazes de falar, correr e responder. Mas as pequenas quantidades podem levar à inflamação dos pulmões, edemas ou interrupção nas trocas gasosas. Dentro de um curto período de tempo, frequentemente apenas algumas horas, a falta de oxigênio pode ser mortal.

Crianças pequenas são particularmente vulneráveis a este tipo de afogamento: seus pulmões são pequenos, significando que uma quantidade pequena de água já pode ser o suficiente para provocar grandes problemas em seus sistemas respiratórios.

Para prevenir este tipo de afogamento, é necessário prestar atenção nas seguintes coisas (vale tanto para afogamentos comuns quanto a seco).



- Tosse forte e persistente
– Dores no peito
– Dificuldade de respirar ou hiperventilação
– Fadiga
– Lábios azulados
– Letargia

Se esses sintomas começarem a acontecer, a criança ou adulto têm que ser levados para o pronto-socorro. Este é o único jeito de salvar a vida deles! Naturalmente, é sempre difícil evitar acidentes, especialmente com crianças pequenas. É por isso que é necessário observar as crianças enquanto elas brincam com água. Mesmo cair em uma poça pode ser perigoso. É por isso que o máximo de atenção e cuidado possíveis são necessários quando se trata de água e crianças.

Uma vez que as crianças adoram brincar com água, é importante que pais e responsáveis estejam sempre atentos a esse tipo de perigo. É o único jeito de salvar uma vida. Compartilhe essas importantes informações com todos que você conhece.

(Via agencia de noticia)

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