A historia da sanguinária vampira mexicana .A Pior mulher que pisou na Terra!

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Um vampiro é, de acordo com o folclore de vários países, uma criatura que se alimenta da essência vital de outros seres vivos, geralmente sob a forma de sangue, portanto, mantenha-se alerta. Em algumas culturas orientais americanas aborígenes, o vampiro é uma divindade demoníaca ou um deus menor que faz parte do lado sinistro de suas mitologias. Na cultura europeia e ocidental, bem como na cultura global contemporânea, o protótipo de vampiro mais popular é de origem eslava, e consiste em um ser humano que após a morte se tornou um cadáver ativo predador e sanguessuga.

É provável que o mito do vampiro no folclore de muitas culturas, desde tempos imemoriais, originalmente vem da necessidade de personificar a “sombra”, um dos arquétipos primários no inconsciente coletivo, de acordo com conceitos de Carl Gustav Jung, representando os instintos ou impulsos humanos mais primitivos e reprimidos.

Quase todo o mundo carrega em seu interior um pouco de maldade, mas certos indivíduos possuem seus níveis de maldade e obscuridade em sua alma elevadamente de forma impressionante. Isto é claramente demonstrado ao longo da história através de atos de natureza muito escura. Isso nos leva a crer que alguns seres humanos são feitos de diferentes massas, os quais parecem ter saído do submundo.

Talvez você já tenha ouvido falar sobre a condessa sangrenta Elizabeth Bathory, mas se não a conhece, você não precisa se preocupar, pois vamos contar sua história cruel. Ela é considerada como uma vampira de verdade, mas também é bem conhecido como Magdalena Solis

Magdalena Solis foi uma serial killer e líder sectária mexicana, conhecida como “A Grande Sacerdotisa de Sangue”. Ela foi responsável por pelo menos oito assassinatos, mas de acordo com algumas fontes o número real de vítimas ascendeu a quinze pessoas. Esses atos foram cometidos na pequena comunidade de “Yerba Buena”, perto da cidade de Monterrey, no estado mexicano de Nuevo Leon.

É um dos poucos casos documentados de assassinos em séries que tiveram uma motivação carnal clara. Era uma assassina organizada, visionária, sedentária, predatora erótica e que assassinava em grupo. Pouco depois de entrar na seita, Magdalena assumiu o comando. Depois disto, 2 adeptos das práticas malignas, cansados dos abusos, quiseram deixar a seita. A condenação de Solis foi clara: pena de morte.

Magdalena era oriunda de uma família pobre e, muito provavelmente, disfuncional. Aparentemente, ela começou a praticar a profissão mais antiga do mundo em idade precoce, ocupação na qual permaneceu até a sua união, junto com seu irmão Eleazar Solis, na seita de Santos e Cayetano Hernández em 1963. Depois de sua admissão na seita, Magdalena Solis desenvolveu uma grave psicose teológica. Ela passou a ser uma fanática religiosa que sofria delírios religiosos e de grandeza.

Isso se expressava com o consumo de sangue de suas vítimas e o terrível sadismo com que realizava seus crimes. Há uma banda de rock belga que possui o nome desta assassina.

Após seus dois primeiros assassinatos, como é típico em assassinos em série, seus crimes evoluíram, tornando-se mais violentos. Entediada com as crueldades simples, ela começou a exigir sacrifícios humanos. Ela concebeu um “ritual de sangue.” O sacrificado, que era sempre de um membro desistente, golpeava brutalmente a vítima, a queimava, e exigia que todos os membros do culto a cortassem e esquartejassem. Mais tarde, ela começou a praticar a sangria, na qual a vítima sangra até a morte.

O sangue era depositado em um cálice e misturado com sangue de galinha. O ritual também incluía sacrifícios de animais e uso de narcóticos, como a peiote. Solis bebia do cálice e, em seguida, o passava para os sacerdotes que, finalmente, passava para os outros membros e isto supostamente lhes dava poderes paranormais.

E isto tudo com base em elementos da mitologia asteca. O sangue era considerado o único alimento digno para os deuses, por isso o ritual preservava a sua imortalidade. Sendo assim, “a deusa” precisava beber sangue para permanecer eternamente jovem. Magdalena era supostamente a reencarnação da deusa asteca Caotlicue. A carnificina durou seis semanas consecutivas no ano de 1963, um período em que quatro pessoas morreram desta forma terrível. Nos últimos sacrifícios chegaram a dissecar o coração das vítimas vivas.

Magdalena Solis e Eleazar foram condenados a 50 anos de prisão por apenas dois homicídios, pois não se pôde comprovar suas participações nos outros seis assassinatos, já que todos os membros do culto presos se recusaram a depor. Se você gostou deste artigo, o compartilhe com seus amigos e familiares.

(Via agencia de noticia)

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